Cristo, imagem de Deus invisível

Cristo, imagem de Deus invisível

Ele é Rei mas pela vulnerabilidade, Ele é Rei pela impotência, Ele é o Rei pelo dom radical de si, Ele é Rei porque não pode salvar-Se a Si mesmo. Porque caminhou de olhos abertos para aquele momento da Sua vida em que não podia salvar-Se a Si mesmo. Não podia porque não queria, porque a Sua decisão fundamental foi de viver em amor até ao fim.

Adquirir a alma na paciência

Adquirir a alma na paciência

Kierkegaard começa por dizer: “Nós pensamos que já temos a nossa alma, que a única coisa que temos a fazer é não a perder e salvá-la, mas à partida nós já a temos.” Mas ele parte de um prossuposto diferente, ele diz: “Nós temos de adquirir a nossa alma.” E “adquirir”, diz ele, “é um bom verbo.” Porque “adquirir” quer dizer comprar, quer dizer conseguir possuir, conseguir alcançar. Como se compra um bem, como se adquire um bem precioso assim nós temos a tarefa de conquistar a nossa alma, de adquirir a nossa alma.

Caminhamos para o encontro

Caminhamos para o encontro

Creio que Deus abraçará isto que eu sou e será fiel a isto que eu sou. Nós não caminhamos para o apagamento, nós não caminhamos para o nada, mas nós caminhamos para o encontro. Caminhamos para esse grande parto que é, no fundo, a morte e a ressurreição. Esse grande momento transformador, esse grande momento de dom, esse grande momento de dádiva radical, esse grande momento de entrega total que é a nossa morte.

O desejo como arte e a arte como Fé?

O desejo como arte e a arte como Fé?

No próximo sábado, 12 de novembro, às 15h30, nas Monjas Dominicanas, Luís Miguel Cintra fará a sua comunicação com a ajuda da leitura da Ode de Camões “Pode um desejo imenso”.

Reencontrar tudo por dentro do amor

Reencontrar tudo por dentro do amor

É no fundo isto que Jesus nos diz: “Ninguém conhece o Filho se não o Pai, e ninguém conhece o Pai se não o Filho.” Isto é, há uma forma de conhecimento que só o amor nos dá. É essa forma que nós aqui evocamos lembrando o nome, a presença, o rosto e todos os nossos queridos mortos.

Jesus impresso no nosso coração

Jesus impresso no nosso coração

As Bem-aventuranças são porventura o mais fascinante e exato autorretrato de Jesus. Em cada uma das Bem-aventuranças é como se nós, cristãos, pudéssemos contemplar um traço, uma característica do rosto de Jesus. Porque foi exatamente assim que O vimos no meio de nós. Foi exatamente assim que O reconhecemos.

Jesus como Aquele que procura

Jesus como Aquele que procura

Eram duas estradas paralelas que não se encontravam: a história de Zaqueu e a história daquele cortejo onde vinha Jesus. Mas o que é fantástico é que Jesus provoca um ponto de interceção. Quando passa por baixo do sicómoro, olha para cima, e é a grande surpresa: Jesus chama aquele homem pelo nome e diz: “Zaqueu! Desce depressa porque eu hoje preciso de ficar em tua casa.” Ele desceu e recebeu Jesus com muita alegria.

Soli Deo Gloria

Soli Deo Gloria

No último encontro “Soli Deo Gloria”, um diálogo entre a Palavra, o Sagrado e a Música, em torno das Suites para Violoncelo de Johann Sebastian Bach, teremos a Suite nº5, em Dó menor, com alocuções de Mário Cordeiro e de Eduardo Lourenço, e o violoncelo de Irene Lima. Será no dia 15 de novembro, terça feira, às 21h, na Capela do Rato. A iniciativa é coordenada por Bruno Caseirão e tem o apoio da Antena 2.

A oração do humilde atravessa as nuvens

A oração do humilde atravessa as nuvens

É um desafio muito grande para nós a humildade. Nós ouvíamos na leitura do livro do Ben Sira uma imagem estupenda: “A oração do humilde atravessa as nuvens.” Isto é, a humildade coloca-nos numa verdadeira comunicação com Deus, connosco, com os irmãos. É tão importante a humildade. Os monges diziam: “Como o navio se constrói com pregos, um monge, um cristão constrói-se com humildade.” e que na vida de um cristão há três coisas muito importantes: a primeira é a humildade, a segunda é a humildade, a terceira é a humildade.