Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental” – inscrições fechadas

Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental” – inscrições fechadas

Neste momento não é possível aceitar mais inscrições, pois já se atingiu a capacidade que o espaço permite de forma a garantir condições de participação a todas as pessoas inscritas. Para quem estiver ainda interessado em inscrever-se, poderá enviar um e-mail para capeladorato@gmail.com e ficará em lista de espera, sendo contactado caso venha a existir a possibilidade de participar.

A gratuidade da vida

A gratuidade da vida

Cada um de nós tem de investir, tem de dar, tem de se entregar, tem de modificar, tem de sacudir as sandálias, tem de se pôr de pé, tem de se entregar à luta; mas, ao mesmo tempo, tudo é graça, tudo é dado, tudo é dom. A vida é conquista – certo, claro que sim e é importante dizê-lo. Mas a vida também é dádiva, a vida também é um mistério que nos visita, a vida também é a graça que se vem sentar a nosso lado, a vida também é aquilo que nós não sabemos explicar mas que acontece e que muitas vezes é a experiência decisiva, muitas vezes é a epifania e o milagre na nossa vida.

Jesus nasce para nos ajudar a nascer

Jesus nasce para nos ajudar a nascer

O nosso coração não está preparado e, contudo, Deus não desiste de nós, Deus não desiste de nascer mesmo no impreparado da nossa vida, mesmo tendo de convencer o nosso coração da paz que Ele é portador, mesmo tendo de exortar cada um de nós a alegrar-se, a acreditar na alegria.

Tocar o mistério de Deus

Tocar o mistério de Deus

O Natal fica incompleto se cada um de nós não vir, se cada um de nós não puder ver, não puder tocar o mistério de Deus. O Natal é a anti-abstração, o Natal é a anti-generalização, o Natal é a singularidade. Cada um de nós com as perguntas que traz, com as questões que transporta, com a situação de vida que vive é chamado a ver Deus. A ver naquele Deus connosco, naquele Menino de carne e osso, naquela criança, naquele Filho que nos foi dado. Cada um de nós é chamado a ver a realização da Promessa e é chamado a compreender um Deus que vem ao seu encontro.

Como é que o Natal nos molda?

Como é que o Natal nos molda?

Como é que eu ligo, colo, amarro, ancoro, inscrevo a minha vida na vida do Messias? Como é que eu me sinto isto que Paulo se sente: instrumento, canal da alegria do Evangelho do Cristo Messias? É esta a expetativa fundamental no tempo do Advento.
Como é que o nascimento de Jesus interroga, interpela, mexe connosco? Mexe com aquilo que somos, mas mexe com as nossas inquietações, os nossos medos, os nossos desejos, as nossas expetativas profundas. Como é que o Natal nos molda como mulheres e homens de uma forma nova? Essa é a grande questão.

A alegria é um estremecimento

A alegria é um estremecimento

A nossa alegria brota da vida multiplicada, da vida acontecida, daquilo que em nome de Jesus continua a acontecer nas nossas histórias, daquilo que a fé em Jesus é capaz de despertar, é capaz de fazer irromper como sobressalto, como emoção, como irradiação de vida em cada um de nós. É isto que contamos uns aos outros, e é isto que dizemos àqueles que estão presos, é isto que dizemos àqueles que aguardam com expectativa a vinda de um sentido, a chegada de uma luz, é isso que nós temos a missão de contar.

Olhar com os olhos de Deus

Olhar com os olhos de Deus

Em tempo de Advento é tempo para olhar para a humanidade com os olhos de Deus, como o lugar sagrado, a história sagrada por excelência e acreditar que nada é irreversível, que nós não podemos tornar fatal a nossa história. O Cristianismo vem desfatalizar a história, abrir a história neste Deus que assume a nossa condição humana.

PAUSA ESTIVAL

A Capela do Rato encontra-se em pausa estival, reabrindo a 13 de setembro, com a Eucaristia às 11h30.

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