Irmãos: Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo.
Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.

Rom 14, 7-8

A vinha, um cântico de amor

A vinha, um cântico de amor

«Somos a vinha do Senhor, terroir amado, tratado e intensamente cultivado, como risco de uma resposta estéril, de traição ao amor e cuidado recebidos»

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«Filho, vai hoje trabalhar na vinha»

«Filho, vai hoje trabalhar na vinha»

Que processos nada lineares temos nós, cada um de nós, para acertar a nossa vida com o projeto de Deus? Por quantos nãos começamos, com tantas recusas, desculpas, hesitações? Mas o importante é o caminho, o processo de tomada de consciência, esse acordar para nós mesmos e dizer sim.

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«Paga o que me deves!»

«Paga o que me deves!»

«A lógica do perdão corre o risco, em nossa espiritualidade e vivência cristã, de ser compreendida e vivida apenas num sentido, como interesse pessoal. Apenas em nosso exclusivo benefício, sem consequências sociais exteriores».

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«Eu vos aliviarei»

«Eu vos aliviarei»

O evangelho de hoje é um convite a fazermos férias com Jesus; a fazermos férias em Jesus. Ou seja, após o cansaço dos nossos ritmos violentos de trabalho, das respostas aos compromissos que diariamente somos obrigados, do quotidiano quase mecânico dos gestos repetidos, do desencontro familiar, em casa, com horários pessoais tão diversificados, o Senhor diz-nos: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei».

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