Curso dos Dias – 2025

II Domingo do Advento

II Domingo do Advento

Já está disponível o postal relativo ao II Domingo do Advento. «Uma voz clama no deserto» (Mt 3, ). O deserto, lugar estéril onde falta a água e se sucumbe perante o calor do Sol, é a fonte do anúncio de João Batista que, no local mais inóspito, batiza com água, o ouro do deserto. E se neste lugar se batiza com água, é também aqui que João anuncia que o Messias batizará ‘no Espírito Santo e no fogo.

Gravação já disponível – A “Dilexi te” em Perspectiva: Habitação / Migrações

Gravação já disponível – A “Dilexi te” em Perspectiva: Habitação / Migrações

A conversa realizou-se na Capela do Rato, no dia 2 de dezembro, e propôs uma leitura da Exortação Apostólica “Dilexit te” à luz das questões contemporâneas da Habitação e Migrações. Para o fazer, convidámos duas figuras muito conhecidas pela sua intervenção na área da Habitação e das Migrações, a arquiteta Helena Roseta e o sociólogo João Peixoto. Moderação de Ângela Barreto Xavier.

I Domingo do Advento

I Domingo do Advento

Já está disponível o postal relativo ao I Domingo do Advento. A proposta do artista plástico Mário Linhares baseia-se nos textos do evangelho de Mateus dos quatro domingos do Advento que me parecem apontar para quatro lugares: o mar, o deserto, a prisão e o sonho.

Maria do Carmo da Silva Sennfelt (1936-2025)

Maria do Carmo da Silva Sennfelt (1936-2025)

Ontem, dia 9 de novembro, no final da tarde, a querida Carmo Sennfelt «inclinando a cabeça, entregou o espírito». Partiu serenamente acompanhada em sua casa por filhos e netos, num momento de profunda serenidade e interioridade. Para a Comunidade da Capela do Rato, a Carmo foi um forte elo de ligação entre todos nós. Sentimos a tristeza da sua partida, agradecemos o dom da sua vida.

Deus escuta o coração

Deus escuta o coração

As três leituras dizem-nos que a oração verdadeira nasce da humildade, a justiça verdadeira nasce da compaixão, e a vida verdadeira é aquela que se oferece como libação.

“Era um samaritano”

“Era um samaritano”

Na humanidade dos estrangeiros, aquela que por vezes rejeitamos e ignoramos, revela-se a nossa própria humanidade. A indiferença, o medo, o ressentimento, dão lugar ao encontro, ao mútuo reconhecimento, à alegria da vida salva e curada, à gratidão: «Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro»?

Úteis servos inúteis

Úteis servos inúteis

Uma das mais profundas razões de felicidade quotidiana, é a entrega generosa às nossas responsabilidades e a alegria de um serviço bem cumprido. Não nos sentimos inúteis, porque tantas coisas dependem de nós. A nossa responsabilidade não precisa de ser premiada: vale por si mesma.