Olhos da Ásia – conversa com João Mário Grilo e o Pe. José Tolentino Mendonça

Olhos da Ásia – conversa com João Mário Grilo e o Pe. José Tolentino Mendonça

Há 20 anos João Mário Grilo filmava o mesmo Japão dos missionários jesuítas portugueses que Scorsese nos mostra agora em SILÊNCIO. A Medeia Filmes exibe OS OLHOS DA ÁSIA numa sessão única no dia 6 de fevereiro, às 21h30, no Espaço Nimas. A seguir à projecção o realizador conversará sobre o seu filme e o de Scorsese com o poeta, padre e teólogo José Tolentino Mendonça.

O filme Silêncio, de Scorsese, na homilia do Pe. Adelino Ascenso

O filme Silêncio, de Scorsese, na homilia do Pe. Adelino Ascenso

Rodrigo, o protagonista de Silêncio, passa por um processo muito doloroso de conversão que é simbolizado na transformação da imagem que ele tem de Cristo. Tal transformação na aparência da imagem de Cristo nasceu a partir do árduo esforço por cruzar as barreiras culturais do Oriente e do Ocidente. A transformação da face de Jesus na imaginação de Rodrigo acontece lenta e gradualmente como parte de um doloroso processo de conversão.

Ética da Virtude – António Pedro Mesquita

Ética da Virtude – António Pedro Mesquita

Está disponível para ouvir a sessão de António Pedro Mesquita sobre Ética da Virtude, no Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental”.

“Transformai o vosso modo de pensar”

“Transformai o vosso modo de pensar”

A primeira palavra de Jesus é este imperativo: “ Mudai a vossa perceção, mudai a vossa compreensão das coisas.” Jesus provoca-nos a uma nova visão da própria realidade. Jesus não vem para somar com aquilo que nós já somos, com aquilo que nós já sabemos, com tudo o que trazemos habitualmente dentro de nós. Jesus não é mais um a somar ao existente. Jesus é tudo isso mas conjugado de uma forma nova, numa atitude nova, com um olhar outro sobre nós próprios, sobre o mundo, sobre o nosso destino, sobre a nossa própria missão.

Somos nova criação

Somos nova criação

Cada um de nós passou a valer muito mais, e é assim que cada um é chamado a olhar para a sua própria vida, com um valor que não deriva apenas de mim mesmo mas com um valor que deriva da ação de Cristo em mim. Eu descubro-me mulher e homem, nova criatura, “nova criação” como S. Paulo também dirá.

O quotidiano como lugar teológico

O quotidiano como lugar teológico

Este sábado, dia 14 de janeiro, às 15h30, Frei Mateus Peres fará a próxima conferência no Mosteiro de Santa Maria no Lumiar, no ciclo denominado “Viver uma mística de olhos abertos”. O tema da sua comunicação será “O quotidiano como lugar teológico.”

Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental” – inscrições fechadas

Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental” – inscrições fechadas

Neste momento não é possível aceitar mais inscrições, pois já se atingiu a capacidade que o espaço permite de forma a garantir condições de participação a todas as pessoas inscritas. Para quem estiver ainda interessado em inscrever-se, poderá enviar um e-mail para capeladorato@gmail.com e ficará em lista de espera, sendo contactado caso venha a existir a possibilidade de participar.

A gratuidade da vida

A gratuidade da vida

Cada um de nós tem de investir, tem de dar, tem de se entregar, tem de modificar, tem de sacudir as sandálias, tem de se pôr de pé, tem de se entregar à luta; mas, ao mesmo tempo, tudo é graça, tudo é dado, tudo é dom. A vida é conquista – certo, claro que sim e é importante dizê-lo. Mas a vida também é dádiva, a vida também é um mistério que nos visita, a vida também é a graça que se vem sentar a nosso lado, a vida também é aquilo que nós não sabemos explicar mas que acontece e que muitas vezes é a experiência decisiva, muitas vezes é a epifania e o milagre na nossa vida.

Jesus nasce para nos ajudar a nascer

Jesus nasce para nos ajudar a nascer

O nosso coração não está preparado e, contudo, Deus não desiste de nós, Deus não desiste de nascer mesmo no impreparado da nossa vida, mesmo tendo de convencer o nosso coração da paz que Ele é portador, mesmo tendo de exortar cada um de nós a alegrar-se, a acreditar na alegria.