Com o Espírito renovemos a face da terra

Com o Espírito renovemos a face da terra

O Senhor volta, continuamente, para junto de nós; por outras palavras, permanece presente no seu Espírito a levedar e a inspirar as nossas consciências. A nossa esperança está fundada na sua promessa de amor e de vida: «Eu vivo e vós vivereis»; «Quem me ama será amado por meu Pai e eu amá-lo-ei e manifestar-me-ei a ele».

Ele é o caminho

Ele é o caminho

Só conhecemos o caminho caminhando, pondo o corpo em movimento, arriscando esta viagem com ousadia, fazendo o luto de tantas seguranças, aprendendo a viver em novos contextos. Caminhamos com Cristo, e pelo caminho que Ele próprio é. «Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim». Só caminhando a vida acontece.

Campanha Solidariedade Sant’Egídio

Campanha Solidariedade Sant’Egídio

É com espírito de gratidão e sentido de dever que a Comunidade de Sant’Egídio vem partilhar convosco casos concretos de famílias ajudadas nesta situação de pandemia.

Concerto (de vésperas) a Nossa Senhora

Concerto (de vésperas) a Nossa Senhora

Celebrando o 13 de maio, a Capela do Rato promoveu, nesse dia pelas 19h, um concerto de vésperas dedicado a Nossa Senhora. O concerto foi interpretado pelo grupo musical Passione, composto por João Mendonça (tenor) e Carlos Barreto Xavier (piano e composição musical). Os dois músicos interpretaram composições da sua autoria e do repertório clássico dedicadas a Nossa Senhora.

A esperança cristã atreve-se a resistir e espera sempre

A esperança cristã atreve-se a resistir e espera sempre

A esperança cristã ousa esperar «contra toda a esperança». Conhece os lugares da violência, do desespero, do luto, do vazio, da perda e da morte, mas não se rende à sua vitória final. Atreve-se a resistir, mesmo quando nada sabe, nada sente, nada vê diante de si. Sem rendição, sem desânimo, espera.

Ao nosso lado o Senhor caminha pacientemente

Ao nosso lado o Senhor caminha pacientemente

A narrativa dos discípulos de Emaús ilumina hoje as nossas vidas. Dois discípulos de Jesus, após a sua morte, abandonam a comunidade de Jerusalém e regressam à sua casa de origem, a periférica Emaús. Regressam ao passado tristes, desiludidos e derrotados, marcados pelo trauma da morte do Senhor a quem entregaram as vidas e a esperança. Eles vão connosco e nós com eles, neste tempo de ilusões perdidas, de desencanto acrescido, de projetos e sonhos adiados.