“Louvado sejas”: Encíclica do papa Francisco propõe «novo estilo de vida»

“Louvado sejas”: Encíclica do papa Francisco propõe «novo estilo de vida»

«A proposta dum novo estilo de vida» é um dos propósitos da segunda encíclica do papa Francisco, “Laudato si’ [Louvado sejas] – Sobre o cuidado da casa comum”. No último número da introdução, o papa identifica os restantes eixos que atravessam o documento, começando pela «relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta, a convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo» e «a crítica do novo paradigma e das formas de poder que derivam da tecnologia».

A existência como lugar de encontro

A existência como lugar de encontro

Temos a nossa existência como lugar de encontro, de relação, de experiência, de aliança com o próprio Deus. Nesse sentido, enquanto a velha Aliança fundou um povo, a nova Aliança funda uma humanidade. Uma humanidade nova, em cada um de nós, e uma humanidade que agora não conhece fronteiras.

A forma perfeita da comunhão

A forma perfeita da comunhão

Se Deus é amor, Deus não pode estar sozinho, porque se nós dizemos que a nossa vida é amor, não podemos estar sós. Temos de ser nós, tem de haver o eu, e tem de haver outras coisas, outras pessoas, outras existências, outras formas na nossa própria vida.

O sopro que nos faz ser

O sopro que nos faz ser

A palavra “espírito”, que o grego traduz por “anemos “, que quer dizer ânimo, como nós utilizamos, mas que quer dizer “vento, sopro”, no hebraico diz-se “néfes”, e néfes é a vida. E o que é a vida? A vida é este sopro vital sem o qual nós não podemos viver.

Viver a presença de Jesus na sua ausência

Viver a presença de Jesus na sua ausência

Como se lê no livro dos Atos dos Apóstolos, há um momento em que Jesus nos é tirado do nosso olhar, como que uma nuvem agora oculta a visão do próprio Jesus. E os Discípulos têm de aprender uma coisa que até aí não sabiam, que é viver a presença de Jesus na sua ausência. Viver em Jesus não O vendo, não O encontrando, não contando com Ele, com a Sua presença física e visual no dia a dia.

Religião, antropologia do quotidiano, política e comunicação

Religião, antropologia do quotidiano, política e comunicação

Dia 20 de maio, quarta-feira, às 21h30, o antropólogo Lluís Duch, monge de Monserrat e Professor na Universitat Autonoma de Barcelona, estará numa conversa livre, sobre religião, antropologia do quotidiano, política e comunicação, na Capela do Rato. Uma oportunidade imperdível!

A arte de traduzir Deus

A arte de traduzir Deus

Se Deus é amor, então o amor é permanecer em Deus, como explica S. João. Então, toda a nossa vida espiritual outra coisa não é do que o mergulho neste oceano de amor que é o próprio Deus. E, depois, a nossa vida não é senão uma arte de traduzir Deus, de refletir Deus, de passar Deus, de comunicar Deus em cada momento da nossa vida.

Somos chamados a ser fecundos

Somos chamados a ser fecundos

Nós somos chamados, na Páscoa de Jesus, a um sobressalto, a uma transformação. A vida não pode ficar a mesma. Nós somos chamados a dar fruto, somos chamados a uma fecundidade interior. Que só vem também quando nos dispomos, verdadeiramente, a multiplicar os talentos, a dar outros passos, a abrir as nossas mãos, a adensar a experiência espiritual. Somos chamados a ser fecundos. Como diz o Senhor: “A glória do Meu Pai é que deis muitos frutos.”

A pobreza em espírito: um diálogo entre cristianismo e budismo

A pobreza em espírito: um diálogo entre cristianismo e budismo

Dando continuidade a um encontro e diálogo com vários séculos – onde a cultura portuguesa foi pioneira – e particularmente vivo na actualidade, José Tolentino de Mendonça e Paulo Borges estarão juntos neste evento onde um cristão comentará um texto budista e um budista um texto cristão, em torno do tema do despojamento espiritual radical. Será no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 5 de Maio, às 18h30.