Quem é que aceita ser o último?
Nós identificamo-nos com Jesus na medida em que nos despojamos de nós, em que desconstruímos esta lógica que há em nós de agressividade, de autodefesa, de sobrevivência, de afirmação pessoal, em que desconstruímos e nos colocamos a servir, a aceitar ser o último.
Assunção Cristas conversa sobre Deus
Assunção Cristas é a próxima convidada de Maria João Avillez no ciclo de conversas sobre Deus, na Capela do Rato. Será já no dia 27 de outubro, terça-feira, e não na data anteriormente anunciada aqui no site. Este encontro será o único a acontecer à terça-feira, todos os outros serão à quarta-feira, sempre às 21h30.
Jorge Silva Melo e a questão de Deus: «A ideia do amor é o que me ganha»
O encenador Jorge Silva Melo foi o primeiro convidado do ciclo “Deus – Conversas de Maria João Avillez”, nove encontros que a Capela do Rato, em Lisboa, apresenta até dezembro.
Deus – conversas de Maria João Avillez
Jorge Silva Melo é o primeiro convidado de Maria João Avillez no ciclo de conversas sobre Deus, na Capela do Rato. Será já no dia 21 de Outubro, às 21h30.
Caixas ofertório
A Capela do Rato tem o gosto de apresentar as caixas ofertório que são utilizadas na Eucaristia, desenhadas pelo arquiteto João Carmo Simões. As fotos e a explicação do autor são a melhor apresentação das peças.
Desprende-te
Jesus propõe-lhe um caminho que é o caminho que nos propõe a nós: “Vende o que tens.” Isto é, exerce o desprendimento, que é uma virtude espiritual tão difícil.
A família é um laboratório do nosso futuro
A família tem de ser redescoberta, a família tem de ser celebrada na sua vocação e na sua missão. E ao mesmo tempo, termos uma atenção misericordiosa para com as fragilidades da família, as vulnerabilidades da família.
A desconcertante misericórdia de Jesus
O Pe. José Tolentino Mendonça proferirá no próximo sábado, dia 10 de outubro, a primeira conferência do ciclo ‘A misericórdia: um evangelho por habitar’, nas Monjas Dominicanas.
Mas tu, o que é que vais fazer?
O Espírito Santo está derramado em todos nós, sem exclusão. Cada um de nós é chamado a viver a sua vida exercendo esse dom do Espírito Santo que está em nós.
Aquilo que somos traz alguma coisa de único
Acredito profundamente que Deus quer-nos cristãos originais, que cada um tem, de facto, a sua originalidade. Essa diversidade é uma riqueza muito grande, que expressa a grande riqueza do povo de Deus e do amor de Deus. Nesse sentido, a maturidade é quando não temos medo de ser nós próprios.









