Somos uma invenção do Espírito
Se nos transcendemos é na força do Espírito, e se nos renovamos é na força transformadora do Espírito, e se a nossa fé débil se fortalece é porque o Espírito acende a Sua luz dentro de nós. E se somos capazes de dizer um “sim” com uma força que nós não sabíamos existir dentro de nós é porque é o Espírito Santo que está a dizer esse “sim”, nesta hora precisa das nossas vidas. É o Espírito em nós.
O barro e o tesouro, parábola da história e do Reino
A última conferência do ciclo ‘Viver uma Mística de olhos abertos’, nas Monjas Dominicanas, no Mosteiro de Santa Maria, no Lumiar, será dia 3 de junho, sábado, às 15h30. Desta vez o conferencista é o padre José Tolentino Mendonça, que fará uma comunicação denominada “O barro e o tesouro, parábola da história e do Reino”.
Ética dos Evangelhos – Pe. José Tolentino Mendonça
Está disponível para ouvir a sessão do Pe. José Tolentino Mendonça sobre Ética dos Evangelhos, no Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental”.
Éticas Feministas – Maria Luísa Ribeiro Ferreira
Está disponível para ouvir a sessão de Maria Luísa Ribeiro Ferreira sobre Éticas Feministas, no Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental”.
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida”
A experiência do peregrino não é só chegar a um ponto, porque um peregrino não chega a um ponto visível, chega sempre a um ponto invisível, chega sempre a um centro espiritual, a um centro interior. E ele percebe que a experiência do próprio caminho é a experiência da revelação do próprio Jesus.
O desenho visível do invisível
A próxima conferência do ciclo ‘Viver uma Mística de olhos abertos’, nas Monjas Dominicanas, no Mosteiro de Santa Maria, no Lumiar, será este sábado, às 15h30. O tema é ‘O desenho visível do invisível’, sendo apresentado por Maria Emília Leitão.
Éticas da Justiça e do Cuidado – Fernanda Henriques
Está disponível para ouvir a sessão de Fernanda Henriques sobre Éticas da Justiça e do Cuidado, no Curso “Filosofar é também agir – grandes correntes da ética ocidental”.
Ver Jesus
O importante para nós não é ficarmos capturados pelo debate entre a presença e a ausência de Jesus, que presença ou que sentido dar à ausência. A grande questão do modo como nós, discípulos e discípulas do Senhor, somos chamados a viver a Páscoa e esta Páscoa é a questão de quando é que os nossos olhos se vão abrir? Quando é que vamos ver verdadeiramente? E uma das coisas que faz este texto, uma das operações mais importantes, é desligar a presença e ausência do ver ou do não ver. Porque, Jesus estava com os discípulos e eles não O viam.
Acreditar na ressurreição
A fé na ressurreição tem uma dimensão política, tem uma dimensão económica, tem uma dimensão existencial, tem uma dimensão na maneira de viver, na maneira de organizar a minha própria vida. Por isso, essa imagem extraordinária do livro dos Atos dos Apóstolos: aqueles irmãos que estavam reunidos, na bela expressão de S. Lucas, era como se tivessem uma única alma.
Aprender a acreditar
Os nossos olhos também veem e veem o vazio, veem o silêncio, veem esse lugar refulgente da ausência, veem o invisível, mas esta visão é para podermos acreditar. O grande trabalho da ressurreição é acreditar, acreditar. Quem ama, quem cuida, quem permanece fiel, quem perfuma a vida dos outros, quem não abandona, quem habita o lugar da vizinhança, o lugar da proximidade acredita, acredita, aprende a acreditar. E é isso, queridos irmãos, que a Páscoa pede de cada um de nós: que aprendamos a acreditar.






