«E vós, quem dizeis que Eu sou?»

«E vós, quem dizeis que Eu sou?»

No dia 29 de junho de 2025, Solenidade de S. Pedro e S. Paulo, a partilha pública da Palavra de Deus foi preparada pelo grupo sinodal «Crescer», do qual fazem parte Alfreda Fonseca, Cecília Vaz Pinto, Mendo Henriques, Sofia Távora e Catarina Castel Branco que proclamou a meditação. «Trata-se de fazer ecoar em nós, com profundidade cada vez maior, as questões que nos revelam, as perguntas que nos movem a falar de nós mesmos, sobre quem amamos e seguimos, de quem cuidamos e a quem ajudamos. A nossa identificação à pessoa de Jesus Cristo, é uma adesão sempre frágil e imperfeita».

«A medida do amor a Deus é amá-lo sem medida»

«A medida do amor a Deus é amá-lo sem medida»

S. Bernardo proclamou e viveu o evangelho através da linguagem amorosa (cavaleiresca e trovadoresca) do seu tempo. E daí o seu sucesso. A sua palavra era experiência vivida e, por isso, credível. Falou a pessoas concretas, de carne e osso, a partir do seu sentir e do seu afeto. Tudo nele foi a procura de dar «forma» (formosura, beleza) a uma inteireza de vida. Homilia proferida pelo P. António Martins na abadia de Claraval, no dia 15 de julho de 2025, aquando da peregrinação da Capela do Rato pelas abadias cistercienses da Borgonha.

“Tendo amado os seus, amou-os até ao fim”

“Tendo amado os seus, amou-os até ao fim”

Na paradoxalidade do acontecimento da cruz, o horror e a crueldade são o contexto e a circunstância em que toma forma o amor incondicional e apaixonado de Deus pela humanidade, por cada um e cada uma de nós. Nela o Filho expressa o seu amor incondicional, «até ao fim» pelo Pai e por nós: «tento amado os seus, amou-os até ao fim», o mesmo é dizer, até à morte de cruz.

Recomeço das celebrações dominicais

Recomeço das celebrações dominicais

No próximo domingo, 14 de setembro, às 11h.30, recomeçam as celebrações eucarísticas dominicais na Capela do Rato. Já sentimos a falta uns dos outros, da alegria de estarmos juntos, da vivência comunitária como parte integrante da nossa condição cristã. Assim nos vamos cumprindo como comunidade que avança e se renova no tempo, cuidando da sua memória.

A estética cisterciense: Rudeza ou sublimidade? – Maria Luísa Jacquinet

A estética cisterciense: Rudeza ou sublimidade? – Maria Luísa Jacquinet

Na preparação da peregrinação às abadias cistercienses da Borgonha, dia 26 de junho, quinta feira, pelas 19h00, a Professora Doutora Maria Luísa Jacquinet apresenta a reflexão: A estética cisterciense: Rudeza ou sublimidade? A Ordem de Cister, marcada por uma espiritualidade austera e despojada, deu origem também a uma estética minimalista que deu forma à arquitetura das abadias cistercienses.

PAUSA ESTIVAL

A Capela do Rato encontra-se em pausa estival, reabrindo a 13 de setembro, com a Eucaristia às 11h30.

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