Etty Hillesum – celebração

Etty Hillesum – celebração

Está disponível para ouvir a homilia do Pe. José Tolentino Mendonça na eucaristia do dia 30 de novembro, por ocasião do aniversário da morte de Etty Hillesum.

Viver na manjedoura

Viver na manjedoura

Hoje é o dia em que Ele Se faz alimento para nós e nos ensina que a vida só faz sentido quando nós aceitamos viver na manjedoura. Isto é, quando nós aceitamos que a nossa vida é também para ser distribuída, para ser gasta, para ser dada, para ser repartida, para ser oferecida como alimento para muitos, como boa nova para todos.

Preparar no deserto um caminho

Preparar no deserto um caminho

Temos de ter esta preocupação de não apagar o Espírito. Não enchamos de tralha esse vazio necessário para que Deus nasça em cada vida. Tenhamos muita sensibilidade para não ocupar o lugar de Deus, o lugar de Jesus, com outras coisas. Nós somos figuras liminares, nós somos figuras de fronteira, o nosso papel é preparar um caminho para o nosso Deus, preparar no deserto um caminho para o nosso Deus.

Passagem de ano em oração

Passagem de ano em oração

Este ano aceite o desafio de viver a passagem de ano em oração, na Capela do Rato. A Eucaristia será às 23h30, no dia 31 de dezembro.

A morada de Deus

A morada de Deus

O que é que é o mistério da encarnação de Jesus? É a exaltação da nossa humanidade, é dizer: a nossa humanidade é a morada de Deus, é um lugar de Deus. Jesus veio dizer que a nossa carne é teomórfica, o nosso corpo tem a forma de Deus. Então, a nossa vida simples, pequenina, a patinar com as dificuldades todas, ela é o lugar de Deus, ela é a manjedoura de Deus. E isso faz-nos olhar para a nossa vida com uma confiança que nós precisamos.

A brecha de Deus

A brecha de Deus

Às vezes começarmos uma coisa nova é bom, é importante. Às vezes é a “brecha de Deus”, é a possibilidade de Deus entrar. Por isso, com a nossa insatisfação em relação ao Natal comercial, façamos alguma coisa e alguma coisa que faça sentido, alguma coisa que nos mergulhe mais profundamente na oração, na espiritualidade, no mistério, no encontro, na conversa com os outros, no serviço, na curiosidade saudável, boa, pelos outros, pelo mundo…isso é viver o Natal.

Vigiai!

Vigiai!

Que saibamos de facto sentir o chamamento a sermos um povo messiânico e a não metermos o messianismo na gaveta, praticando uma religião do autoconforto, da autoajuda, que tem tudo para nos manter no “quentinho” do nosso caminho, mas não cria aquela disrupção do homem para consigo mesmo, que diz:”Eu não sou a medida de todas as coisas, eu estou à espera daquele que me mede, da verdade que chega, da verdade de Deus”…

Criados pelo amor dos outros

Criados pelo amor dos outros

Na nossa origem e na nossa escatologia, no nosso meio, nós somos objeto desse cuidado permanente. Por isso, penso que há uma gratidão à vida, há uma gratidão aos outros, um reconhecimento de que, de facto, somos objeto de um amor que muitas vezes nós não temos olhos para o ver, para o saudar, para dizer obrigado, obrigado, obrigado. Por todos os dias, por tudo aquilo que recebemos incessantemente.