Natal, erupção da vida nova
Não somos nós que preparamos um presépio para Deus nascer, é Deus que prepara o lugar, é Deus que prepara a possibilidade, as condições dum renascimento de cada um de nós. Jesus é o Deus que se torna homem, para que o homem e a mulher que somos se possam tornar divinos, se possam divinizar. Ele nasceu para potenciar os nossos nascimentos.
A arte de fazer a alegria
O importante é que a alegria circule de coração a coração. Nós temos de ter esta arte porque uma mesa de Natal também pode ser uma máquina de fazer solidão, de ampliar a solidão, de ampliar o desencontro. É-nos confiada esta tarefa de aprender a fazer a alegria, como com duas pedras se faz o fogo, com dois corações se faz a alegria. Não deixemos que esta arte, que é uma arte profundamente espiritual, esteja ausente da nossa vida.
Colocar os olhos na Graça original
É verdade que em nós encontramos também este enigma do mal, mas maior do que esse enigma é o enigma do bem. É o enigma do amor, que nos habita desde a raiz.
João Batista vem para sobressaltar
O que é que os profetas fazem? Devolvem-nos o sentido crítico, aguçam-nos a consciência em relação a nós próprios, aos nossos limites, à nossa zona de conforto.
Que rosto de Jesus a arte contemporânea nos ajuda a descobrir?
Inês Gil e Paulo Pires do Vale farão a próxima conferência do ciclo “E se o essencial estiver noutro lugar?”, no Mosteiro de Santa Maria no Lumiar, no dia 13 de dezembro, às 15h30.
Luís Miguel Cintra lê “Os Portais do Mistério da Segunda Virtude”, de Charles Péguy
No dia 11 de dezembro, às 21h30, na Capela do Rato.
O Advento é uma interrupção
Deus interrompe o que eu sei, o que eu digo, o que eu falo e mostra-se, e dá-se-me, e enche o meu coração da fome de Deus, da fome de sentido que só Ele pode saciar.
Programa do papa para a Igreja na cidade
O papa Francisco recebeu hoje, no Vaticano, os participantes no Congresso Internacional da Pastoral das Grandes Cidades, tendo lançado quatro prioridades: mudança de mentalidade dentro da Igreja, diálogo multicultural, religiosidade popular, e atenção aos pobres....
Conversas à Capela – Itinerários do Advento – Para uma mística do tempo presente
O segundo encontro será no dia 2 de dezembro, às 21h30, na Capela do Rato. Para esta conversa sobre Ver e Ouvir convidámos Paulo Pires do Vale e João Madureira.
A fé tem de dar que fazer
A fé tem de nos levar a esta saída de nós próprios para irmos ao encontro dos outros, nesse encontro de caridade e de amor, nesse encontro com o pobre, com o doente, com o preso, com a vítima, com o sem-abrigo, com aquele que passa necessidades de vária ordem. Estas obras de misericórdia têm uma leitura literal.









