A Comunidade da Capela do Rato propõe um ciclo de três encontros: «Do claustro para o mundo, do mundo para o claustro. Comunhão solidária de esperanças e angústias». Através de uma dinâmica de testemunhos e partilha de experiências, procura-se estimular uma imaginação criativa da tradicional prática penitencial do jejum, da esmola (caridade) e da oração. Essa partilha será feita por pessoas integradas em comunidades religiosas/monásticas, procurando estabelecer pontos de convergência entre a vida religiosa em comunidade e o atual contexto das nossas famílias em confinamento.

A começar o ciclo, no dia 3 de março, pelas 19h, teremos o testemunho do P. Ermanno Savarino integrado na comunidade religiosa dos padres da Consolata (Cacém) que acolhe, na dinâmica da própria vida comunitária, refugiados, num diálogo prático intercultural e inter-religioso. No dia 10 de março, pelas 19h, o monge Carlos Antunes, do Mosteiro Cisterciense do Sobrado (Galiza) ajudar-nos-á a viver o jejum como espaço para a hospitalidade. O último encontro, no dia 17 de março, às 19h, a Ir. Maria do Carmo Tovar, monja beneditina do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz-Porto), partilhará a sua experiência orante na fecundidade do silêncio de da solidão.

Estes encontros serão transmitidos em direto via zoom e em diferido nas redes sociais da Capela do Rato.

Link para entrar nas sessões:

https://us02web.zoom.us/j/87362935350?pwd=YlBacmFDZm8xZGM2Rjd3U3NoYkhiQT09

 

3 março: 19h

«Era estrangeiro e me acolheste»

Abrir a casa e o coração ao estranho

Ermanno Savarino, Padres da Consolata (Cacém-Lisboa)

 

 

10 de março: 19h

«Nem só de pão vive o ser humano»

O jejum: espaço para a hospitalidade

Fr. Carlos Antunes, monge cisterciense do Mosteiro do Sobrado (Galiza – Espanha)

 

 

17 de março: 19h

«Entra no teu quarto e reza em segredo» 

A fecundidade do silêncio e da solidão

Ir Maria do Carmo Tovar, monja beneditina do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz – Porto)